Livro: “Actas do 3.º Seminário do Património da Região Oeste”
Detalhes da Obra
Título: Actas do 3.º Seminário do Património da Região Oeste Editor/Local: Câmara Municipal do Cadaval e Associação Património Histórico Ano de publicação: 2006 Número de páginas: 227 Disponibilidade para Venda:Edições Município do Cadaval e Livrarias da Especialidade Disponibilidade para Consulta: Diversas Bibliotecas Municipais (Alcobaça, Amadora ou Cadaval) ou Especializadas Nacionais e de Investigação (Direção Geral do Património Cultural ou Biblioteca Nacional de Portugal – Lisboa)
Ficha Técnica
ISBN:
972-8154-26-7
Editor:
Câmara Municipal do Cadaval e Associação Património Histórico
Organização:
Câmara Municipal do Cadaval e Fórum do Património do Oeste
Ano de Lançamento:
2006
Título:
Actas do 3.º Seminário do Património da Região Oeste
Capa:
Reprodução do cartaz de Ferreira da Silva
Execução gráfica:
Gráfilipe-Sociedade Artes Gráficas, Lda. (Cadaval)
Grafismo e Paginação:
Joaquim António Silva
Idioma:
Português
Dimensões:
160 x 230 x 23 mm
Tiragem:
750
Encadernação:
Brochado – Profusamente Ilustrado
Páginas:
227
Tipo de produto:
Livro
Co-Financiado:
Leader + , Fundos da União Europeia, Leader Oeste e Câmara Municipal do Cadaval
Classificação Temática da Leader Oeste:
Património Histórico e Cultural Regional
EAN:
9789728154264
Sinopse Geral
Esta obra reúne o conjunto de comunicações e investigações científicas apresentadas no âmbito do 3.º Seminário do Património da Região Oeste, um fórum marcante que teve como principal objetivo debater, salvaguardar e promover a riqueza cultural e histórica deste território. Editado pelo Município do Cadaval, o livro funciona como um repositório documental essencial para historiadores, arqueólogos, estudantes e todos os apaixonados pela identidade oestina.
Ao longo do livro, os investigadores e especialistas de diversas áreas abordam o património regional sob uma perspectiva multidisciplinar: seja através da análise das tradições, lendas e costumes que moldaram as comunidades da Região Oeste ao longo dos séculos, seja através de estudos dedicados a vestígios materiais, desde a pré-história até à época contemporânea, com especial enfoque nos concelhos anfitriões, ou ainda através de reflexões sobre estratégias de desenvolvimento local, turismo sustentável e a valorização do património como motor económico para a região.
As Actas do 3.º Seminário são mais do que um documento académico; são uma ferramenta de coesão territorial. O livro demonstra como o património material e imaterial da Região Oeste é um ativo estratégico partilhado, cuja preservação é fundamental para compreender o presente e projetar o futuro da nossa comunidade rural e costeira.
Trata-se de um livro altamente ilustrado que transporta o imaginário do leitor até aos tempos retratados na obra, combinando o rigor histórico da investigação científica com um rico património visual que dá vida às memórias, tradições e paisagens da Região Oeste.
Apoios: Leader II, Leader Oeste e Fundos da União Europeia.
Onde adquirir ou consultar: (à venda) na Livraria Sá da Costa (on-line ou loja em Lisboa) e (para consulta) na Junta de Freguesia de A-dos-Negros ou Grupo Desportivos de A-dos-Negros (Óbidos).
Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa
Descritivo
O livro “A-dos-Negros — Uma aldeia da Estremadura”, da autoria de João Evangelista, integra a coleção Chorographia (com 2.ª edição datada de 2000, sendo a 1.ª de 1962), é uma monografia geográfica e etnográfica de referência dedicada à freguesia de A-dos-Negros, no concelho de Óbidos. Esta obra retrata um espólio único na região da Estremadura, feito durante décadas por antropólogos.
Este livro contempla, como temas principais, um estudo detalhado da geografia local (localização, relevo, solos e recursos hídricos); análise da economia rural, das culturas agrícolas e da evolução da lavoura. Apresenta também um foco especial nos progressos da região após o arroteamento de terras em 1907 e faz ainda uma descrição da povoação, da arquitetura tradicional, dos ambientes domésticos e da estrutura familiar de meados do século XX.
Espólio de fotos originais da primeira edição datada de 1962 onde podemos contemplar fotos da ladeira arroteada em 1907, Lagar de Madeira com Poiso de Pedra da época, velho carro de bois com eixo de ferro e rodas de madeira com aros de ferros, utilização de um trilho puxado por par de bois para a debulha da fava, diversos moinhos de A-dos-Negros, cultura associada de milho, batata e abóbora, o burro com duplo cesto de verga, chaminé cilíndrica lembrando a arquitetura alentejana, casas típicas da época de primeiro andar com escadaria exterior, casa com relógio de sol no cunhal, casa do forno com cantareiras (suporte de madeira para suporte dos cântaros de água em barro), grade da loiça na parede e banca da matança do porco, debulha do feijão na eira usando um malho/malhal, entre outras fotos…
O livro conta ainda com 2 mapas desdobráveis não paginados onde consta: 1º – a informação do arroteamento de 1907 e área cultivada pela população de A-dos-Negros, e 2º – o Povoamento de A-dos-Negros (“Povoamento de tipo estremenho” – “Combinação de várias formas, aldeias, lugares, casais e quintas”)
Pág. 108 – Créditos Fotográficos e Cartográficos Assinalados
Grafismo e Paginação:
Joaquim António Silva
Impressão e Acabamentos:
Várzea da Rainha Impressões, S.A.
Titulo:
Bombarral a Pé – Roteiro Patrimonial
Classificação Leader Oeste:
Património Histórico e Cultural Regional
Páginas:
109
Capa:
Mole
Medidas:
140 x 210 x 70 mm
Depósito Legal:
n.º 346859/12
Edição Financiada:
PRODER – Programa de Desenvolvimento Rural; Leader; Governo de Portugal; União Europeia e Leader Oeste
Sinopse
Bombarral a pé: 7 passeios para descobrir o concelho a pé ou de bicicleta é um guia prático e cultural indispensável para residentes e visitantes que desejam explorar a riqueza do território bombarralense. Editada pela Leader Oeste na coleção “Roteiro patrimonial”, esta obra propõe sete itinerários detalhados — para fazer a pé ou de bicicleta — que cruzam caminhos rurais, paisagens naturais e o coração das localidades. Mais do que um simples manual de orientação, o livro convida a uma viagem pela identidade e pelas tradições locais, destacando pontos de interesse histórico, etnográfico e paisagístico. É o roteiro perfeito para quem procura praticar turismo sustentável e desvendar, ao seu próprio ritmo, os tesouros escondidos do concelho do Bombarral.
Este Roteiro Patrimonial encontra-se dividido em 7 capítulos que descrevem os 7 roteiros possíveis, amplamente ilustrados, com indicação da duração e extensão, bem como a sugestão dos pontos de maior interesse turístico de cada percurso.
Os passeios disponíveis neste roteiro são:
A vila do Bombarral – Do Mestre de Avis até à República
Sanguinhal – O vinho
Quinta dos Loridos e A-dos-Ruivos – O lado Oriental do Concelho
Carvalhal – A Fé
Delgada / São Mamede – À procura da antiga mata
Roliça – A Batalha
Mon Barral – No berço do Concelho
1ª Edição
Edição apoiada pela Leader Oeste e Casal da Tia São
Livro: “Carvalhal… e peras: viagens por memórias e paisagens”
Edição: 2008
Autoras: Teresa Perdigão
Fotografia: Agneta Ö Björkman
Disponível para consulta nas Bibliotecas Regionais
Ficha Técnica
ISBN:
978-989-20-1071-7
Ano de Lançamento:
1ª edição 2008
Autora:
Teresa Perdigão
Fotografia:
Agneta Ö Björkman
Design Gráfico:
Sandra Giannone
Apoio Técnico:
Estúdio SSS
Execução Gráfica:
Printer Portuguesa
Tiragem:
1.000
Depósito Legal:
N.º 2718443/08
Apoios:
Núcleo de Cultura Desporto e Melhoramento do Carvalhal – Bombarral Junta de Freguesia do Carvalhal Câmara Municipal do Bombarral Leader Oeste Leader+ Fundos da União Europeia Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas
Classificação Temática da Leader Oeste:
Património Histórico e Cultural Regional
EAN:
9789892010717
Sinopse
O livro “Carvalhal… e peras: viagens por memórias e paisagens” é uma obra de cariz etnográfico e antropológico que mergulha na identidade profunda da aldeia do Carvalhal, no concelho do Bombarral. Através de uma recolha minuciosa de testemunhos e histórias de vida dos habitantes locais, a autora Teresa Perdigão resgata as memórias coletivas, as lendas, as festas tradicionais e os saberes antigos. Este registo atua como um guardião do património imaterial da região, homenageando o quotidiano e a resiliência de uma comunidade rural ao longo das gerações.
A paisagem do Oeste assume um papel central na narrativa, evidenciando a transformação histórica do território com um detalhe fascinante, onde a autora usou as 4 estações do ano como um mapa nesta viagem. O título da obra joga com a expressão popular e com a forte ligação agrícola da zona, destacando o impacto da cultura da Pêra Rocha na economia e na transfiguração visual da aldeia, que passou de antigos carvalhais a extensos pomares. A par desta evolução agrícola, o livro mapeia o património edificado da localidade, dedicando especial atenção a marcos históricos e arquitetónicos fundamentais, como as antigas quintas senhoriais e a icónica Ermida de Nossa Senhora do Socorro.
O grande diferencial deste livro reside no diálogo íntimo entre a escrita detalhada e a dimensão visual, fruto da colaboração com Agneta Ö Björkman. As fotografias que acompanham todo texto não são meramente decorativos; eles captam com sensibilidade a luz da região do Oeste, os rostos dos locais e os detalhes da arquitetura tradicional portuguesa. O resultado final é um roteiro afetivo que funciona tanto como um inventário de preservação cultural como uma leitura obrigatória para compreender a alma da comunidade do Carvalhal.
Atenção ao local tem sido frequentemente e precipitadamente colocada em contraste com o advento do global.
Falar do local tem, no entanto, uma clara ressonância contemporânea, ao mesmo tempo que tem justificado diversos processos de financiamento para as artes e estimulado a produção literária e crítica em todo o mundo. Este livro, de interesse para artistas, arquitetos, urbanistas, educadores e implementadores de políticas, reúne as contribuições de importantes pensadores e artistas presentes no 1º Encontro Internacional sobre a importância do Local no Pensamento e na Arte Contemporâneos” e coloca várias questões relacionadas com a definição do lugar e do território, a transferência da memória, ou a ativação do significado na arte e no espaço.
Finalmente este livro interroga se as abordagens destas correntes de pensamento e de prática, se relacionam com o conceito de site-specificity, ou se pelo contrário estão a propor abordagens alternativas para a compreensão da diferença baseada no caráter permeável da cultura contemporânea.
União Europeia; Câmara Municipal de Peniche; Câmara Municipal da Nazaré; Câmara Municipal da Marinha Grande; Governo Civil Distritro de Leiria; Câmara Municipal de Sintra; Capitania do Porto de Peniche
Descrição
O livro “Guardiães do Litoral Oeste” é uma obra de cariz histórico, etnográfico e patrimonial. Escrito pelo antropólogo Carlos Manuel Maximiano Baptista, conta com a componente visual do fotógrafo José de Deus e inclui ainda entrevistas de Paulo Ribeiro e uma nota introdutória e prefácio redigidos por Marcelo Rebelo de Sousa
Os “Guardiães” é umtítulo é uma metáfora para os faróis da Região Oeste de Portugal. A obra descreve a história, a evolução técnica, a importância estratégica e o património arquitetónico destas estruturas construídas ao longo da linha costeira.
Sendo o autor antropólogo, o livro não se limita à descrição física dos edifícios. Cruza dados sobre a vida dos faroleiros, a história trágico-marítima local, o socorro a náufragos e as vivências das comunidades que dependiam daqueles sinais luminosos
O livro oferece uma viagem detalhada pela antropologia e identidade das gentes da Serra de Montejunto. A obra estrutura-se em dois grandes pilares: o Imaginário do Povo, que resgata os mitos de tesouros perdidos e criaturas da noite; e as Celebrações da Serra, focado na vivência prática e comunitária através dos Cantos de Inverno e das tradicionais Caminhadas de Verão.
“Esta obra funciona como um verdadeiro ‘baú de memórias’ recheado daquelas histórias mirabolantes que os nossos avós contavam ao redor da braseira. Estes preciosos testemunhos salvaguardam a identidade cultural do concelho do Cadaval, evitando que os relatos passados de geração em geração caiam no esquecimento.
Na boca do povo ainda ecoam fascinantes mitos locais, como a icónica lenda de que a serra é oca e tem ligação direta ao mar através de uma ‘lagoa sem fundo’, ou os mistérios das mouras encantadas que habitam as grutas calcárias.
Mais do que ligar os rituais descritos ao cenário real da Paisagem Protegida da Serra de Montejunto, o livro transforma por completo a forma como olhamos para a montanha. Apesar do rigor científico de Paulo Ferreira da Costa, a escrita é tão envolvente que nos transporta diretamente para o quotidiano místico da região Oeste, tornando impossível não recordar estas páginas na próxima vez que a visitarmos.”
Algumas imagens do registo fotográfico deixado pelo autor do livro Paulo Ferreira da Costa
Livro: “Pintar e Cantar os Reis – O percurso de uma tradição“
Edição: Leader Oeste
Textos: Leader Oeste
Execução Gráfica: Grafilipe – Soc. de Artes Gráficas, Lda.
Tiragem: 2000 exemplares
Depósito Legal: N.º 152970/00
Cadaval, Abril de 2000
Libro Capa Mole
24 Páginas
Medidas: 147 x 210 x 3mm
Co-financiado por: República Portuguesa; Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional; PPDR Promoção do Potencial de Desenvolvimento Regional; Leader Oeste
Cabe à sociedade cantar e pintar os reis na noite de 5 de janeiro. Seguindo de perto os pintores, o apontador, homem mais velho, portador da luz, o conhecedor da tradição, lança versos alusivos aos Reis Magos que vêm do Oriente para adorar o menino. A Rima tem sempre em comum a viagem dos Reis Magos a Belém, e os cantos estruturam-se da mesma forma, o apontador invoca as almas, cantando versos que o coro repete.
Origens da Tradição
“O Cantar dos Reis ou Rezes é uma celebração originária de Alenquer, com alguma tradição no concelho do Cadaval, especialmente no Pereiro e Avenal. A celebração da Epifania, do Presépio e dos Reis Magos só se inicia na Península Ibérica com a chegada dos monges Franciscanos a Alenquer, no século XIII.
Este culto tem origens medievais, com marcadas influências Árabes e alguns elementos que poderão remeter para cultos pagãos da época Romana. A Tradição pretendia ser um voto de felicidade para o novo ano, que no calendário Romano se inicia a 6 de janeiro.
Os cânticos entoados remontam ao século XVI e XVII, recorrendo com frequência e uma linguagem náutica e associando locais geograficamente afastados. O tema central de todos os versos é a viagem dos Reis Magos, que vinham do Oriente visitar o menino a Belém.
Esta tradição tem sofrido alterações ao longo do tempo. Com a implantação da República introduz o “M” (Magos) nas siglas “BR” (Bons Reis) evitando, assim, conotações monárquicas. O êxodo rural, provocado pela mecanização da lavoura, veio condicionar a participação nesta festividade. Com o 25 de abril a festa transformou-se, as mulheres passam a integrar o grupo dos cantores nas sociedades, a estrela do Oriente é retirada dos desenhos, ou dissimulada, com receio de conotações políticas, o Cantar e Pintar dos Reis deixa de ser privado e isolado para se tornar uma festa mais participada.”